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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Resumo

                                                     Rapaz de Bronze
     Havia um jardim maravilhoso cheio de Tílias, Tulipas, Bétulas, etc.
  Nesse jardim havia também uma estufa cheia de flores estrangeiras que saiam pouco, porque tinham medo de se constipar.
  Um dia, nasceu um Gladíolo ainda mais mundano do que os outros. Um dia, ficou descontente, porque  viu que os outros Gladíolos estavam a ser colhidos e ele não.
  Mais tarde, o Gladíolo foi espreitar a festa da dona da casa. Ele viu um carvalho velho que lhe disse para se sentar em cima dele para ver a festa. O Gladíolo ficou espantado e quis fazer uma festa como a dos homens, mas para isso, tinha que pedir autorização ao Rapaz de Bronze. No dia seguinte, o Gladíolo implorou ao Rapaz de Bronze para fazer uma festa e ele deixou. O Gladíolo mandou três borboletas entregarem o convite à Tulipa, à Rosa e ao Cravo. Mandou um rouxinol dizer à Florinda para vir com ele a uma festa.
  Quando a Florinda chegou, a festa começou. Depois, o Gladíolo sentiu a falta da Tulipa. Logo a seguir, a Tulipa chegou e sentou-se à beira do lago. O Gladíolo ficou preocupado e foi à beira dela, para saber o que se passava.
  O Nardo apareceu e perguntou à Tulipa se queria dançar com ela. A Tulipa aceitou e foi dançar com ele. De imediato, o Gladíolo ficou com ciúmes. Quando a festa acabou, a Florinda adormeceu e o Rapaz de Bronze levou-a para casa. 
   No dia seguinte, a Florinda contou às amigas que ela tinha ido a uma festa e tinha dançado com flores. As amigas troçaram dela e disseram que foi só um sonho e ela acreditou.
   Anos depois,  tinha Florinda  15 anos, foi levar  uma cesta de ovos à cozinheira, como a mãe lhe tinha pedido. Quando regressou a casa, antes de entrar, ela ouviu uma voz. Era o Rapaz de Bronze que falava com ela. E assim, a Florinda acreditou que o que contou às suas amigas tinha sido, afinal, verdade.




                                     
 A Criança
As crianças a brincar
E eu a olhar,
Sei deixar de pensar
Se iria voltar a ficar igual.

Estão sempre a cantar
E fazem-nos dançar,
São doces e carinhosos
E estão sempre babosos.

São a nossa razão de viver,
Nascem de nós
Tal como os nossos avós.
  
Eles são o fruto do nosso amor
E não nos deixam dor,
São traquinas e brincalhões
E estão nos nossos corações.

Fofinhos são
Tristes não ficaram,
Com o nosso amor e carinho
Apetece dar mais um beijinho.

Rita Santos


















































   

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